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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Weekly #1

Olá!

Há algum tempo eu estava pensando em abrir uma nova tag no blog para falar sobre aleatoriedades, algumas coisas pessoais rápidas e coisas interessantes que descobri pela internet. Mas desisti da ideia sei lá porquê. Acabou a criatividade, eu acho. Aí vi que a Melina do blog Serendipity tem uma tag mais ou menos nessa mesma vibe, que se chama "3 Things", na qual ela lista 3 coisas que aconteceram de legal na semana dela. O que eu achei interessante nisso é que a gente começa a perceber as coisas pequenas que acontecem na nossa vida, mas que marcam de algum jeito.

Durante o BEDA, essa tag vai trazer também links de blogs que estão participando do projeto. Como este é o primeiro, ainda não vou colocar nenhum link, porque o BEDA recém começou e ainda não consegui parar para ver os outros blogs.

Como já comentei aqui no blog anteriormente, faço parte de um grupo de estudos e recriação medieval, o SCAM. No grupo, é possível praticar esgrima medieval (lutas com espadas, escudos, machados, lanças etc) e arquearia medieval, que é a minha paixão. No final de semana passado, levei meu irmão e meu primo para treinarem arquearia comigo e fiquei super orgulhosa! Acho muito legal compartilhar hobbies com pessoas que são importantes para ti e ver que elas também gostam daquilo.

Na ordem: irmão"zinho", prim"inho" e eu ao contrário porque canhotos são assim haha

E neste último final de semana o SCAM esteve no Wasabi, em São José - SC e eu fui lá no domingo para ajudar no estande. Alguns praticantes não gostam muito de participar destes eventos, mas eu adoro! É um momento em que podemos mostrar os resultados de inúmeras horas de treino, além de poder expôr as armaduras e armas que fazemos. Neste evento, pudemos montar um estande de tiros, em que os participantes podiam aprender a atirar com arcos medievais como nós fazemos. Algumas pessoas gostaram tanto que voltaram várias vezes durante o dia para atirar, e eu entendo elas, porque é realmente viciante!

Estande do SCAM no Wasabi
Praticantes da infantaria treinando
Amor meu ♥
Professora de tiro com arco medieval
Minha vez de atirar ♥
Não podia faltar uma foto com ele ♥ 
Capa linda divando e o coordenador do grupo num mix de armaduras que eu adorei
Uma das principais "atrações" nesses eventos de anime é a quantidade de lojinhas "nerds" que participam. Ou seja, sempre tem MUITA coisa legal a venda. Tinha tanta coisa linda relacionada a Harry Potter que eu tive vontade de comprar tudo haha

Mas, no fim, me contentei apenas com este delicado colar de folhas, que foi amor à primeira vista.


E ganhei do SCAM uma das correntinhas que estavam a venda no nosso estande, com uma pedra azul linda. Amei amei amei ♥

Ainda um pouco inspirada pelos ares medievais, comecei ~finalmente~ a ler O Hobbit e estou amando!

Meu irmão comprou/ganhou na Feira do Livro de Caxias do Sul do ano passado, e, apesar de ter capa do filme (tenho sérios problemas com isso), achei o livro muito bonito, com uma ilustração mais linda que a outra. A primeira coisa que eu fiz ao pegar o livro foi ficar admirando as imagens, mas selecionei apenas algumas para colocar aqui.



Esse post está muito um pouco atrasado pois chegamos em casa muito tarde depois do evento e faltou energia para terminar de escrever, editar fotos e etc (e essa semana estou trabalhando fora o dia inteiro), mas no próximo domingo o Weekly vai sair direitinho eu espero haha



sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Dica de leitura: Starters



Hi, folks!

Hoje venho com uma dica de leitura muito legal para vocês e sei que os fãs de Jogos Vorazes e Divergente (tipo eu haha) vão curtir esse livro: Starters, da autora Lissa Price.


Capa | Detalhe da capa | Detalhe contracapa

A história se passa nos Estados Unidos num futuro pós-guerra. Mas essa não foi uma guerra comum: com a utilização de armas químicas, todos os adultos (ou Middles) morreram, pois apenas as crianças (Starters) e os idosos (Enders) receberam a vacina que protegia contra os esporos mortais. As crianças que ficaram órfãs e que não tem avós vivos, não podem trabalhar e não podem morar nas casas que pertenceram às suas famílias, pois são menores de idade e devem ser colocadas aos cuidados do governo, que as enfia em instituições cruéis, força-as a fazer diversos trabalhos e a viver confinadas como se estivessem presas (e, de certa forma, estão mesmo!). Assim, as crianças vivem fugindo das garras do governo, dormindo em prédios abandonados, lutando por comida e vivendo sob ameaça constante dos inspetores e de jovens mais violentos.

É nesse cenário que encontramos Callie, uma adolescente que, com ajuda do seu amigo Michael, faz de tudo para cuidar de Tyler, seu irmão mais novo, pois eles têm apenas um ao outro. Mas Tyler, que sempre teve uma saúde frágil, começa a ficar muito doente e Callie se vê obrigada a tomar medidas extremas para conseguir dinheiro para cuidar de seu irmão. Quando ela descobre sobre a Prime Destinations, fica dividida entre seguir seus princípios e fazer qualquer coisa por seu irmão.

Lombadas | Trechos do Starters

A Prime Destinations é uma empresa que “aluga corpos” de Starters e fazem diversos procedimentos cirúrgicos para deixá-los fisicamente perfeitos, tudo para que Enders ricos possam utilizá-los e se sentirem jovens e bonitos novamente, através de um chip implantado na cabeça do doador. Como a quantia de dinheiro é alta e o tempo de aluguel não parece ser tão longo, Callie topa. O primeiro aluguel corre normalmente, Callie dorme na Prime Destinations e acorda no dia seguinte inteira e sem lembranças do que a inquilina fez durante o tempo de aluguel. O problema começa no aluguel seguinte, quando Callie acorda de repente durante o aluguel, em um local estranho, com pessoas estranhas e fazendo coisas estranhas.

A partir daí, ela se vê no meio de uma rede de intrigas e nas mãos de um empresário ganancioso e muito perigoso.

Starters é o tipo de livro que tu não consegue largar, porque ele não te dá uma folga! A narração é em primeira pessoa, a partir da visão da Callie, e isso dá aquele toque a mais de tensão, porque no início ela não tem a menor ideia do que está acontecendo.

Capa | Detalhe da capa | Contracapa

A série continua com Enders e tem mais quatro ebooks disponíveis da Amazon, na Saraiva e no Google Play gratuitamente, que podem ser lidos tanto antes quanto depois da série. alguns blogueiros sugerem ler antes de Enders, mas aí vai de cada um. Facilita para entender a história, mas não faz taaanta diferença assim. Os títulos são "Retrato de uma Starter", "Retrato de uma Doadora", "Retrato de um Inspetor" e "Retrato de um Esporo". Não vou falar sobre eles agora porque li só o último e um pedaço do penúltimo. Quando eu ler todos, faço um update aqui haha

Uma das coisas que eu mais gostei na série foi a lealdade que Callie tem com o irmão dela. Apesar de se meter em diversas situações perigosas, ela dá um jeito de manter seu irmão longe, a salvo de tudo isso e luta para conseguir dar a ele uma vida decente. É o que eu faria pelo meu irmão se estivéssemos em uma situação dessas (embora fosse mais provável que ele tivesse que proteger, porque é mais alto e mais forte que eu, apesar de ser ainda uma criança aos meus olhos hahahah)

Bom, indico totalmente a série, apesar de ser curtinha, com apenas dois livros e quatro contos. 

É uma história para quem gosta de ação, mistério e romance na dose certa ;)

Kisses! 

Resumo Starters:
Seu mundo mudou para sempre. Callie perdeu os pais quando as guerras de Esporos varreu todas as pessoas entre 20 e 60 anos. Ela e seu irmão mais novo, Tyler, estão se virando, vivendo como desabrigados com seu amigo Michael e lutando contra rebeldes que os matariam por uma bolacha. A única esperança de Callie é Prime Destinations, um lugar perturbador em Berverly Hills que abriga uma misteriosa figura conhecida como o Old Man. Ele aluga adolescentes para alugar seus corpos aos Terminais — idosos que desejam ser jovens novamente. Callie, desesperada pelo dinheiro que os ajudará a sobreviver concorda em ser uma doadora. Mas o neurochip que colocam em Callie está com defeito e ela acorda na vida de sua locadora, morando em uma mansão, dirigindo seus carros e saindo com o neto de um senador. Parece quase um conto de fadas, até Callie descobrir que sua locatária pretende fazer mais do que se divertir — e que os planos de Prime Destinations são tão diabólicos que Callie nunca podia ter imaginado...

PODE CONTER SPOILERS! Por isso, coloquei em branco e tem que selecionar para ler. Obrigada, de nada.
Resumo Enders:
Depois que a Prime Destinations foi demolida, Callie pensou que teria paz para viver ao lado do ir- mão, Tyler, e do amigo, Michael. O banco de corpos foi destruído para sempre, e Callie nunca mais terá de alugar-se para os abomináveis Enders. No entanto, ela e Michael têm o chip implantado no cérebro e podem ser controlados. Além disso, o Velho ainda se comunica com Callie. O pesadelo não terminou. Agora, Callie procura uma maneira de remover o chip – isso pode custar sua vida, mas vai silenciar a voz que fala em sua mente. Se continuar sob o domínio dos Enders, Callie estará constantemente sujeita a fazer o que não quer, inclusive contra as pessoas que mais ama. Callie tem pouco tempo. Obstinada por descobrir quem é de fato o Velho e desejando, mais que tudo, uma vida normal para si e para o irmão, ela vai lutar pela verdade. Custe o que custar.

Sobre a autora:

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Resenha: Cartas para você

Hi folks!

Uma das minhas maiores paixões é a literatura, e criei o blog com o intuito de dividir um pouco dessa paixão, escrever resenhas, dar dicas de livros e etc. Mas até agora ainda não tinha postado nada do assunto. Ainda bem que tudo tem uma primeira vez, não é? Além disso, aproveito esse post para divulgar o Clube do Livro Nacional, em que vários autores brasileiros se juntaram para divulgar, conhecer livros nacionais e discutir sobre eles. O objetivo é dar mais visibilidade aos autores brasileiros, que são numerosos, mas pouco divulgados. Quem se interessar, pode participar do grupo no Facebook.




Sobre Cartas para você:
O livro é da jovem escritora brasileira Duda Razzera, que mora aqui em Florianópolis, foi lançado esse ano e é uma ficção com um toque autobiográfico. Não é muito grande, a leitura é super fácil e até a capa chama a atenção, porque é linda e já dá o clima da história. A narrativa em formato de carta/diário deixa mais pessoal e o leitor sente como se conhecesse a Georgia desde sempre. A Duda é blogueira também, e quem se interessar, pode seguir os blogs dela Cartas para você e Dia de Maria.



A história retrata a vida de Georgia Castro, uma menina mulher em seus vinte e dois anos que acabou de perder o pai. Inconformada com a morte de seu pai - e também melhor amigo, Georgia entra em depressão. Sua psicóloga aconselha-a a escrever para o seu pai ou manter um diário pois Georgia gosta muito de escrever. A partir daí, Georgia começa a escrever cartas para a Aceitação, pedindo para que ela bate à sua porta. As cartas são uma espécie de diário e Georgia trata a Aceitação como sua confidente. Ela conta sobre a história de amor de seus pais, sobre a história de sua família, o falecimento de seu pai e as intrigas em família que decorreram do falecimento. Além da questão familiar e do processo de luto, Georgia também desabafa sobre sua vida amorosa, pois o cara de quem gostava não quis mais ficar com ela após a morte de seu pai. Com mais essa perda, ela começa a lembrar do péssimo ex-namorado que marcou muito a vida dela e da sucessão de casos amorosos mal sucedidos depois dele. Tentando seguir a vida, Georgia termina a faculdade de Economia e conta sobre a formatura, o primeiro emprego, suas saídas com os amigos e novos amores. Basicamente, Cartas para você conta o processo de superação da morte de seu pai, sobre amadurecer e confiar em si mesma para tomar as decisões e acima de tudo, voltar a viver mesmo sentindo saudade.





Aceitação. 

É isso que Georgia procura após a morte de seu pai. Aconselhada pela sua psicóloga, ela começa a escrever cartas para a Aceitação, contando seus sentimentos, seus problemas, falando sobre seu pai e a perda dele e tudo o que mudou em sua vida depois disso, inclusive  os problemas com sua mãe e irmã (e o novo relacionamento que nasceu entre elas), sua péssima sorte para namorados e as aventuras em seu novo emprego.

Li algumas resenhas em que as meninas disseram que choraram mais lendo esse livro do que lendo A Culpa é das Estrelas. Bom, eu não chorei lendo A Culpa é das Estrelas porque é uma história falsa. Não consegui acreditar nem por um minuto no drama inteiro. Mas com Cartas pra você foi diferente. Não só eu acreditei na Georgia como eu me identifiquei completamente com ela. Eu sou a Georgia. Lendo a história dela, não consegui deixar de comparar com a minha. E, no fim, esse é o objetivo de um livro, não é? Fazer com que o leitor se identifique com os personagens.
Quando o Wesley, namorado da escritora e frequentador da biblioteca que eu trabalho, me falou desse livro, pensei na hora "alguém que entende, alguém que também passou por isso e superou, ou está superando o suficiente para escrever um livro sobre isso... Eu preciso ler". Então, comprei o livro com ele e meu exemplar tem uma dedicatória da Duda (linda, não é? *-*).


Como eu já disse, quando comecei a leitura, não consegui deixar de comparar as histórias. É engraçado como tudo é tão absolutamente igual, mas tão completamente diferente ao mesmo tempo. E isso nem faz sentido.

Eu nem tinha feito 20 anos ainda. Georgia tinha 22.

O pai dela morreu em uma cirurgia super arriscada. O meu fez uma cirurgia arriscada que deu super certo, mas os antibióticos não foram fortes o suficiente.

Ela mora com a mãe e a irmã e tem um grupo de amigos que lhe dão conselhos sobre isso. Eu moro a 443 km da minha mãe e do meu irmão, e mal falo sobre isso com o meu próprio namorado, que mora comigo e, até um tempo atrás, trabalhava comigo

Talvez essa seja a maior diferença de todas entre nós. Georgia está procurando a aceitação. Eu não.
Lendo o livro, eu estava praticamente lendo a minha vida

Ela fala sobre ter dias bons e dias ruins. E é assim que eu conto os meus dias: se o número de dias bons supera o de dias ruins, então tenho uma coisa a comemorar.

E foi lendo o livro que, assim como Georgia, percebi pequenas coisas que mudaram em mim. Eu era uma pessoa que não ligava para datas, nunca sabia o dia, tinha que pensar para lembrar o mês e vivia escrevendo o ano errado. Agora eu sempre sei o mês porque parece que ele está ali rindo da minha cara; cada vez que vejo que estamos no mês 8, lembro que estou a 8 meses sem meu pai. E enquanto Geórgia tem problemas com o dia 18, o meu é 27. Acho que este ano está passando rápido porque conto os dias como "ainda falta muito para o dia 27", "falta pouco para o dia 27", "dia 27", e "consegui passar pelo dia 27". E então começa tudo de novo.

Eu costumava ser uma pessoa fácil de conversar, ria por qualquer coisa e adorava estar em grupo falando sobre banalidades. Agora não tenho assunto com ninguém, muitas vezes meu riso não engana nem a mim mesma e evito ficar no meio de muita gente (mas estou começando a melhorar com isso, eu acho).

Aí quem está lendo isso pode estar pensando "Ai que saco. Tudo isso porque tu perdeu o pai? A vida segue!"

Eu sei que a vida segue. Mas até agora não entendi como a vida segue. Meu pai não está aqui, então como o mundo continua girando? Como posso tomar decisões? Como as coisas continuam acontecendo a minha volta sem ele aqui para influenciar? Em diversos trechos do livro a Duda traduz com perfeição esse sentimento, mas escolhi apenas um para integrar essa resenha:

"Eu conheci várias pessoas novas que meu pai nunca vai saber da existência delas, como meus colegas de trabalho. E, consequentemente, ele nunca vai poder me aconselhar sobre elas ou meu atual trabalho.

Essa realidade me parte ao meio, me despedaça.

A realidade de que as pessoas conseguem viver normalmente em um mundo onde meu pai não existe. A realidade de que eu tenho que fazer isso também, pelo meu próprio bem. Tenho que andar com as minhas pernas, pensar com a minha cabeça e trabalhar com a minha experiência.

É difícil ser só uma pessoa, quando antes eu era duas.

Era como se meu pai fosse uma extensão de mim, era dele que vinha minha força e energia, ele era meu gerador. E agora acabou a luz. Será que você, querida Aceitação, poderia me emprestar uma caixa de fósforos e uma vela?"

Quando Georgia perde o pai, o namorado termina com ela porque não aguenta esse tipo de coisa. Logo em seguida, o tio dá uma rasteira nelas e, de certa forma, Georgia perde também a família.

Fiquei muito triste por isso ter acontecido com ela, porque, mesmo com meu namorado e minha família do meu lado, ainda é difícil. Quando tudo aconteceu comigo, meu namorado não foi embora. Na verdade, ele assumiu a responsabilidade de morar comigo. E sei que não foi fácil pra ele no início, com todas as noites que não dormi, o humor inconstante e o silêncio. Eu podia passar dias sem falar uma palavra. E quanto a família, cada vez que vou pra Caxias quero ver todo mundo, minha vó, tios, tias, primos e primas e, é claro, ficar cada segundo possível com a minha mãe e meu irmão. E tem também a família do meu namorado, que me adotou como uma filha desde o início. Talvez seja por isso que as coisas não estão tão ruins. Apesar de estar longe, eu tenho muita gente para me apoiar e ainda tenho um namorado incrível.

E acho que por isso esse livro foi quase um tapa na cara; apesar de todos os problemas, Georgia está buscando a Aceitação. Isso não quer dizer que ela vai esquecer que teve um pai e que não vai mais sofrer por tê-lo perdido. Quer dizer que ela vai se apoiar no que existe de bom na vida dela, e tentar viver apesar da falta do pai.

Eu ainda tenho um caminho muito longo para chegar até a Aceitação, e, quem sabe, talvez eu nunca chegue lá. No próximo dia 31 de agosto faz 16 anos que perdi minha irmã e ainda não aceitei isso. Aprendi a viver apesar da falta, aprendi a chorar de noite e sorrir de dia, mas ainda não aprendi a aceitar.

Não quando e se isso vai acontecer.

Por enquanto, continuo contando os dias ruins e os dias bons.

 



Trecho na primeira orelha | Sobre a autora na segunda orelha


Trecho do livro na quarta capa

Resumo na quarta capa